quarta-feira, 19 de abril de 2017

HISTORIA ESPIRITUAL DA TERRA, OS CAPELINOS E AS CIVILIZAÇÕES - parte III


HISTORIA ESPIRITUAL DA TERRA - PARTE III
AMÉRICA – EURÁSIA – ISRAEL - MOISES

América, ainda não fora descoberta pelos europeus, mas já era habitada pelos povos de origem mongol, por meio dos quais os espíritos superiores ajudaram a erguer grandes civilizações, usando os alambaques capelinos. Foram eles que construíram as pirâmides do novo continente e as raças dos Astecas e Maias.

Na Eurásia, os povos foram movimentados pelos préstimos de espíritos renascidos com grandes missões, como Rhama, na Índia, e vários outros - que, aliás, a história se esqueceu de registrar -, além de guias espirituais, que inspiravam os povos a seguirem por certos caminhos.

No mundo astral havia milhões de espíritos ainda não renascidos e a espiritualidade incentivava a reprodução entre todos os povos e para acelerar a migração, e vários povos foram submetidos a alguns fenômenos de ordem natural, como secas, terremotos e inundações, que os obrigavam a deslocaram-se a procura terra mais férteis.

Um guardião especializado recebeu a incumbência de guiar uma pequena e esfacelada tribo do vale do Kuban, no Cáucaso, até Haran, no norte da Mesopotâmia. Assim o fez e este guardião tornou-se conhecido entre os hurritas, os descendentes de Hurri, como Yahweh.

Ele se manifestou para os hurritas como seu guia Yahweh que significa: Eu sou – considerado para os hurritas um deus da guerra, da vingança, das emboscadas e dos trovões. Yahweh mais tarde ficou conhecido como Javé entre os hebreus, (Jeová em português), quando foram escravos dos hurritas, portanto era um guia espiritual e não o Deus Único que era cultuado como El (o sem nome).

Um fato interessante: em nenhum momento Jesus se denominou Yahweh ou Javé ou Jeová para os hebreus, o que nos dá mais uma prova que Jesus não foi Yahveh, ou Javé ou Jeová.

Enquanto isso, os espíritos superiores, monitorando a evolução terrestre, depararam em Avram (um capelino degredado) um fanático e empedernido seguidor do deus Yahveh, (também escrito como Yahweh). Usando o nome do deus hurrita, o transformou numa divindade única e superior aos demais deuses da região. Sob a coordenação de um outro guia espiritual capelino que acompanhou os degredados e pela utilização de vasto grupo de espíritos seus comandados, foram incutindo nas mentes das almas a ideia de um Deus único.

Avram, depois chamado de Avraham e em seguida Abraão, deu origem a uma grande quantidade de filhos, que se espalhou pela região de Canaã e localidades vizinhas. Itzhak (Isaac), seu filho, deu origem a gêmeos, Esaú e Yacob (Jacó), e este último teve doze filhos que, junto com os hicsos, foram para o Kemet – Egito, em virtude de grande seca que devastou Canaã. Yacob (Jacó), devido a um sonho que tivera com o guia espiritual ficou muito perturbado, mudando seu nome para Israel - aquele que luta com Deus -, e um dos seus filhos, Yozheph (José), notabilizou-se no Egito por ter ajudado a debelar uma terrível seca que assolou a região. Yozheph era médium e intuido disse ao farão que viria a grande seca; ficou conhecido como Tsafenat-Paneac, um tati (primeiro-ministro) do faraó hicso Khian.

A tribo de Israel, entretanto, cometeu um grave crime ao matar os indefesos habitantes de Siquém e, com isto, perdeu o apoio direto de ter o guia espiritual esclarecido, que recebeu ordens de abandoná-los ao seu próprio destino. Os israelitas passariam a ser acompanhados de guias-mentores normais, e não mais de um grupo tão especializado como aquele que fora comandado por espíritos superiores.

Procurando um lugar para viverem, pois Canaã estava devastada pela seca, foram para as terras negras do Kemet fertilizadas pela cheias do Iterou mais tarde Rio Nilo (como assim o chamavam no Egito).

No Egito os descendentes de Israel formaram uma grande tribo, que ficou conhecida na história como os hebreus, tendo ficado no Egito por mais de 400 anos subordinados ao faraó que os recebeu, haja vista a falta de mão de obra operária para os serviços mais servis, uma mão de obra muito barata.

Nesse tempo todo - mais de 400 anos -, os hebreus eram chamados pelos egípcios de habirus - hebreus pobres e miseráveis - eram uma ralé, desprezados pelos próprios hebreus israelitas (que se achavam a elite hebraica) como não pertencendo à raça hebreia. Os habirus eram os “escravos” do poder econômico; trabalham pela comida, enquanto os israelitas eram proprietários de rebanhos de animais e os vendiam aos egípcios com muito lucro, principalmente para os templos que precisam de animais para os sacrifícios. Os egípcios se achavam não dignos de tratarem diretamente com os animais.

Na verdade depois destes 4 séculos, o faraó não mais queria os milhares de habirus em suas terras, pela imundice e doenças que traziam e por não ter como alimentá-los (eram cerca de 400 mil habirus) fora os israelitas que eram mais de 200 mil e tendo já terminado as obras que o faraó determinara e faltava inaugurá-la, por isso os habirus eram personas non grata, a escória de um povo que precisa ser retirada do Egito.

Pelos muitas gerações de hebreus que viveram no Egito, sendo que a média de idade não passava de 40 anos, até menos, conforme os trabalhos exercidos, esse povo perdeu as suas origens e passaram a cultuar os deuses egípcios e se achavam pertencente àquele povo e não queriam mais sair do Egito.

O faraó aproveitando-se de ter um neto bastardo: Ahmose = MOSCHÊ (Moisés), dá-lhe a missão de se retirar com esse povo do Egito; mas Ahmose encontrou grandes adversários nos israelitas ricos e nos contramestres de obras que viviam de escravizar o povo mais pobre com altos lucros. 

Moises era filho da princesa Hatshepsutt  de uma ligação espúria com um príncipe fenício que havia visitado o Egito para pagamento dos tributos anuais e por ali ficara um tempo, tendo sido um amor à primeira vista dele com a princesa, uma união não autorizado pelo seu pai, o faraó, que a desgraçara e mandara ter o filho em local distante para não ter o ridículo de uma filha não casada e um neto bastardo. Alguns historiadores a chamam de Tertumis e ou Termutis. Apesar disso Moisés foi educado nos conhecimentos egípcios nas escolas-templos e ali aprendeu tudo a respeito da cultura daquele povo, ficando muito tempo fora da capital viajando sempre, inclusive conhecendo os outros povos da época. O Faraó não o queria por perto.

Os administradores terrestres voltaram a movimentar as forças espirituais e, assim, Ahmose, MOSCHÊ (Moisés) neto do faraó Ramsés II. Tornou-se Moschê, o grande libertador do povo hebreu, o qual o conduziu para o deserto do Sinai, onde, naquelas longínquas plagas, moldou, como num cadinho ardente, um novo povo. Esse vasto processo foi coordenado por Orofiel, um guardião comandado de Mitraton, que assumiu a operação astral desse êxodo.

1232 A.C. – MÔSCHE (Moisés) SAIDA DO KEMET (EGITO)

Para acelerar a migração, vários povos foram submetidos a alguns fenômenos de ordem natural, como secas, terremotos e inundações, que os obrigavam a deslocaram-se. Foi nesse período que se deram as famosas pragas, que a Bíblia traz como produto de magias praticadas por Moises. A verdade é           que naquele ano não aconteceu as cheias do Nilo trazendo as pragas para a região. Os hebreus muito supersticiosos sacrificavam cordeiros para os deuses e passavam sangue nos portais das casas a título de proteção. Muitos morreram de ambos os lados por causa das pestes trazidas pelos animais que adentraram a cidade, rãs, sapos, ratos, insetos, moscas etc. Os fatos foram aproveitados como sendo motivo de castigos dos deuses para com o Egito, mas o Faraó, Moises e Aharon sabiam da estratégia para conseguirem a adesão dos hebreus.

A falta de comida, as pestes, favoreceram ainda mais a vontade do Faraó em mandar os hebreus embora, que resistentes não queriam sair do Egito, principalmente a elite “israelita” e os contramestres. Então Aharon (ou Araon) um dos chefes de tribo e amigo de Moises contou a história diferentemente dos fatos, dizendo que Yahveh havia mandado as pragas e que Moises havia convencido o faraó autorizar a saída dos hebreus. Moises não queria levar apenas a ralé pobre, mas também os judeus ricos e todos os israelitas, conforme combinado com o faraó, pois que estes queriam ficar.

Os administradores terrestres voltaram a movimentar as forças espirituais e, assim, Ahmose, neto do faraó Ramsés II, tornou-se Moschê, o grande libertador do povo hebreu, o qual o conduziu para o deserto do Sinai, onde, naquelas longínquas plagas, moldou, como num cadinho ardente, um novo povo. Esse vasto processo foi coordenado por Orofiel, o belo arcanjo de Mitraton, que assumiu a operação astral desse êxodo. Moises que havia vivido muito tempo em outras terras, conhecia muito bem os costumes da região, tendo vivido no deserto.

Era o ano de 1232 a.C. e Môsche (Moisés) estava com quarenta e dois anos, gozando de boa saúde física e mental. As duzentas e cinquenta mil pessoas do campo de Perramassu começaram a se movimentar. Havia cerca de duas mil e duzentas carroças, seis mil camelos, quatorze mil cabeças de gado e dezenove mil cabritos e ovelhas. Tudo havia sido permitido pelo faraó de ser levado.

Moveram-se a um e meio quilômetro por hora. Lento e desordenado, o grupo serpenteou o início do deserto em direção a Sukot. A aldeia ficava a cinquenta e dois quilômetros e, pelo andar da extensa caravana, levariam cinco dias para chegar lá. Após andarem oito horas, pararam e montaram acampamento. Haviam andado pouca coisa mais do que quatorze quilômetros e já estavam esgotados.

Naquela noite, Moschê reuniu-se com seus assessores diretos e estabeleceram nova forma de marcharem. A maioria sairá atabalhoada e chocara-se com os da frente. Era preciso que os grupos andassem de forma diferente. O grupo da frente devia sair primeiro, às seis horas, quando o sol nascia, e andar até às cinco horas da tarde. Os demais grupos sairiam com uma diferença de um quarto de horas, de forma a não pisarem uns nos calcanhares do outros. O último grupo sairia às nove horas da manhã e pararia de andar às sete horas da noite. Com isto imaginavam que poderiam andar dez horas por dia, a uma velocidade média de três quilômetros por hora.

No quarto dia chegaram em Sukot e acamparam por dois dias inteiros. Fundiram-se com os pastores do lugar, num número acima de cinquenta mil pessoas, dividindo-os de acordo com suas tribos. Remuniciaram-se de água e partiram novamente em direção a Tjeku, que ficava a poucos quilômetros de lá. Em Sukot, que queria dizer cabanas ou tendas em língua hebraica.

Em Tjeku, o grupo inicial ajuntou-se com os quase trezentos mil habirus que viviam lá, totalizando pouco mais de seiscentas mil pessoas, dividindo-os em tribos de acordo com suas procedências. Durante quase uma semana, o grande grupo uniu-se em torno dos doze grandes agrupamentos, e, no final, os relatórios foram enviados para Môsche e Oshea.

No oitavo dia, tentou-se fazer um censo, mas desistiram, já que a balbúrdia era grande e Môsche estava com inusitada pressa de partir. Os doze grupos foram divididos às pressas, e, no decorrer do tempo, haveria mudanças entre eles. Após esta primeira triagem, agora com todos os hebreus de Perramassu, Tjeku, Sukot, Baal-Safon e mais os pastores nômades e seus extensos rebanhos, o enorme grupo começou a se deslocar pelo caminho de Sur em direção a Canaã.

O faraó Merneptah havia discutido, na última reunião que haviam tido, que os grupos de habirus e israelitas poderiam ressentir-se a partir do momento em que entrassem nos deshéret - terra vermelha - pois o imenso calor, a falta de vegetação, a falta de orientação e os perigos latentes em cada duna poderiam levá-los à defecção e ao retorno às suas casas. Esta hipótese deveria ser combatida através de um estratagema que impedisse os hebreus de nunca mais voltarem ao Kemet.

No final do segundo dia de marchas, já tendo passado pelo lago Timsah, avançando cerca de vinte e dois quilômetros em direção ao deserto de Sur, os israelitas começaram a observar que uma força militar os estava flanqueando. Môsche foi logo notificado e todos ficaram muito alarmados.

O exército do Kemet, sobre bigas, ia muito mais rápido do que os hebreus, que se arrastavam sobre a areia quente do deserto. Môsche deu ordem para que o grupo da frente, a tribo de Reuben, se desviasse em direção ao Sul, numa tentativa de fugir das tropas do faraó, que iam velozmente cortando à frente da imensa coluna.

Eles estavam a mais de três mil metros de distância, sendo apenas visíveis no meio das colunas de poeira que seus carros de combate levantavam. Muitos hebreus estavam assustados, acreditando que os soldados os estavam perseguindo e que iriam massacrá-los em pleno deserto, deixando suas carcaças para os abutres e chacais.

Môsche dirigiu-se para a última coluna, os da tribo de Benjamim, e disse-lhes que ficassem calmos, pois Yahveh os protegeria. Realmente, alguns minutos mais tarde, a coluna de carros de combates parou, fechando o caminho para Canaã, mas não perseguindo os hebreus. Os últimos homens da fila observaram que os soldados não os estavam vendo, pois olhavam na direção deles, e eles não se mexiam.

A noite caiu e podiam se ver as luzes das fogueiras do acampamento dos soldados do faraó. Naquele instante, Moschê estava reunido com o Conselho de Anciãos, tentando deliberar sobre o que fazer.
- Não podemos ir pelo caminho de Sur, pois os soldados do faraó o estão bloqueando. O que faremos agora, Moschê? - perguntava um dos israelitas mais amedrontados.
- Será que o faraó mudou de ideia e resolveu nos levar de volta? - perguntava outro, ainda mais assustado.
Aharon, já totalmente prevenido, com um rosto preocupado e o cenho franzido de medo, dizia: - Não há dúvidas de que o faraó mudou de ideia. Só existe um caminho para Canaã e ele está bloqueado. Para onde iremos daqui?

Começou uma discussão entre as pessoas do conselho. Alguns queriam que os hebreus voltassem e outros que fugissem, embrenhando-se pelo deserto de Etam. Môsche deixou que se cansassem de falar e, no final, ofereceu a resposta esperada:
- Se Yahveh está conosco, não devemos temer ninguém. Ele nos salvará. Devemos nos desviar das forças do faraó e irmos em direção ao mar Vermelho, beirando-o até chegarmos à terra dos madianitas, porquanto sei que lá encontrarei guarida com Jetro, meu sogro.

- E os soldados do faraó?
- Se nos seguirem serão tragados pelo mar dos juncos que iremos beirar por toda a manhã. Se ficarem onde estão, sem conseguir nos enxergar, desistirão e voltarão para suas casas, dentro de poucos dias, quando terminarem suas provisões.

O Conselho ia voltar a discutir quando Môsche, com sua voz cava e olhar glacial, levantou-se e disse: - Yahveh-yire.
Em hebreu, isto significava que o Senhor proverá. Ahmose lembrara-se da lenda de Avraham que ia matar o filho Itzchak por ordem de Yahveh, quando o arcanjo Gabriel, no último instante, não permitiu e providenciou um cordeiro que estava preso pelos chifres numa espinheira para ser oferecido em holocausto.

E assim falando, saiu da tenda em direção a sua própria para descansar.
No outro dia, Oshea colocou a primeira tropa para mover-se e Môsche foi para a última fila dos benjamins. O imenso grupo começou a se mover lentamente e os kemetenses os seguiam a certa distância. Durante dois dias, os soldados seguiram os hebreus, que marchavam cada vez mais depressa enquanto que Môsche ficava na última fila.

PASSAGEM PELO MAR VERMELHO

No terceiro dia, viram o mar Vermelho e durante duas horas tangenciaram a praia, seguindo um roteiro preestabelecido. Oshea ia na frente, liderando o grupo, e Môsche fechava o último dos hebreus.

O mar, seguindo a maré, recuara cerca de trinta metros, permitindo que as enormes colunas margeassem pela praia. Cerca de dois quilômetros atrás dos hebreus, vinha o exército do Kemet com seus carros de combate. No entanto, o que não se podia esperar - poucos conheciam aquelas remotas plagas - era que a maré do local subisse rápido. Deste modo, alguns carros kemetenses foram alcançados pelo mar, que refluía. Alguns desses carros, em manobras lestas, retiraram-se de perto da praia, mas outros atolaram-se na areia molhada. Não passaram de vinte bigas, que se viram molhadas, pois o grosso do exército estava mais à esquerda do mar, não sendo afetado pela maré.

No entanto, os benjamins viram quando alguns carros dos soldados do faraó atolaram, exigindo que seus ocupantes descessem e empurrassem. Os animais ficaram agitados e, deste modo, criou-se um pequeno alvoroço na frente da tropa, o que, ao longe, visto pelos olhos dos amedrontados hebreus, pareceu que as águas do mar estava tragando o exército. Um exagero, pois ninguém ficou ferido, tendo o exército perdido apenas um cavalo com a perna quebrada e um carro que ficou atolado, tendo sido coberto pela água.

Naquele instante, Môsche disse aos últimos homens para que se apressassem, pois ele ficaria ali naquele lugar, junto com os anjos de Yahveh e combateria o faraó. Estava montado num camelo e não tinha nenhuma arma. Alguns queriam ficar com Môsche, mas ele foi taxativo:
- Vão e não olhem para trás.

Os homens partiram e Môsche ficou sozinho naquele pedaço do deserto.
Esperou por mais de uma hora quando uma biga foi avistada no horizonte. Algum tempo depois, a biga aproximou-se de Ahmose e o comandante do carro de combate reconheceu o neto de Ramassu II. Aproximou-se e disse-lhe em copta claro e perfeito:
- Salve mestre Ahmose.
Ahmose cumprimentou-o com um aceno de mão. O oficial perguntou-lhe:
- Está tudo certo? Podemos voltar daqui?
Môsche respondeu que sim. E o comandante disse, em tom jocoso:
- O general Sahuré vai gostar de saber. Ele está com humor péssimo por ter que andar neste forno. Mandou-lhe lembrar que o faraó Merneptah deverá atacar Canaã dentro de aproximadamente dez anos. Depois deste reide, você deverá levar seus habirus para lá e tomar conta daquele lugar.

Môsche sabia de tudo isto. Tudo fora minuciosamente planejado para que o exército do faraó aparecesse e forçasse os hebreus a descerem para o Sul. Se eles fossem para Canaã, seriam destroçados pelos habitantes daquele lugar. Com aquela manobra, ele pôde levar os hebreus para o miolo do deserto sem que eles reclamassem ou se recusassem a ir. Por outro lado, com os soldados do faraó em suas traseiras, eles perderam qualquer vontade de voltar. Agora, que estavam enfiados profundamente no deserto de Etam, não saberiam voltar.
Moschê agradeceu ao comandante e disse-lhe que estava tudo certo, estabelecendo Serabit El-Khadim, uma importante mina de turquesas e outros metais no Sinai, como ponto de contato.

Moschê voltou o resto do caminho sobre o dorso do camelo que o levara. Chegou ao acampamento quando o sol já havia se deitado. Deram-lhe comida e água para beber e quando lhe perguntaram onde estava o exército do faraó, ele falou laconicamente:
- O mar os tragou!

No outro dia, Moschê acordou um pouco mais tarde já que os benjamins eram os últimos a se moverem. Estava moído de ter andado no deserto atrás dos hebreus, e assim que saiu do seu abrigo provisório na tenda de um dos homens de Oshea, ele foi aclamado pela população. Não só os benjamins como todas as tribos já sabiam que os kemetenses haviam sido engolidos pelo mar de juncos que havia sido aberto por Moschê, no poder de Yahveh, e que estavam todos mortos.


Realmente, o mar deveria ter se aberto para deixar passar os filhos de Israel e se fechara matando os kemetenses. Era o grande milagre de Yahveh, feito através do seu enviado especial, Moschê. Moschê contou a verdade para Aharon e Oshea que riram da história, mas souberam aproveitar-se ainda mais deste milagre de Yahveh para fortalecer o ânimo do povo.

Continua parte IV

sexta-feira, 14 de abril de 2017

HISTORIA ESPIRITUAL DA TERRA - PARTE II

SUMÉRIA, MESOPOTÂMIA, EGITO e A ERA DOS DEUSES

ANTES DO CRISTO
A história das civilizações terrestres é a da lenta evolução de um conjunto heterogêneo de Espíritos falidos, em regime de provas e expiações. Foi há cerca de quinhentos milênios que encarnaram neste orbe os primeiros Espíritos conscientes, embora muito primitivos, em fase de incipiente desenvolvimento. De pensamento ainda inseguro e habitando corpos animalescos, mas direta e carinhosamente amparados pelas falanges espirituais do Cristo Divino, tiveram de aperfeiçoar, pouco a pouco e com enormes dificuldades, o seu próprio perispírito e os seus veículos carnais de manifestação, submetidos a longo e áspero transformismo evolutivo, tanto quanto a própria natureza terrestre, ainda em difíceis processos de ajustamento e consolidação.

A Antropologia moderna e a moderna Paleontologia registram, como marcos desse transformismo, primeiro o chamado Pithecanthropus erectus, depois dele o Sinanthropus pekinensis, que já usava o fogo e instrumentos de pedra e de madeira, o Homo heidelbergensis, seguido pelo Homo neandertalensis e pelo Homem de Cro-Magnon que viviam em grupos e em cavernas, aprenderam a pintar e a fazer toscas esculturas.

Foi somente há cerca de quarenta milênios, quando os selvagens descendentes dos primatas se estabeleceram na Ásia Central e depois migraram, em grandes grupamentos, para o vale do Nilo, para a Mesopotâmia e para a Atlântida, que surgiu no mundo o Homo sapiens, resultado da encarnação em massa, na Terra, dos exilados da Capela, cuja presença assinalou, neste planeta, o surgimento das raças adâmicas.

É natural que, em contato com a matéria mais densa, aflorassem nos primitivos habitantes do nosso orbe, sob o automatismo dos instintos, as sensações e experiências vividas pelo Princípio Espiritual na sua demorada marcha para a aquisição da consciência. Esse fato, além de lógico e natural, por corresponder ao maior e quase único patrimônio de conquistas vitais daqueles seres, era também necessário para lhes assegurar a sobrevivência no mundo das formas materiais espessas e pesadas.

Compreende-se que consciências ainda frágeis, mas rebeldes, assim servidas por todo um vasto arsenal de instintos inferiores, herdados da fase animal anteriormente vivida, surgissem no mundo em tão franco estado de selvageria, então agravada pelos novos poderes da vontade. Acresce que, acolhendo no seio de suas tabas numerosos Espíritos muito mais avançados em inteligência e em conhecimentos, porém revoltados e cruéis, sofreram-lhes a poderosa e deletéria influência moral, que ainda mais os inclinou à maldade deliberada, até mesmo através de cultos religiosos primários, sanguinolentos e perversos.

Muitos, porém, dos exilados de Capela, deixando-se tocar pelo sublime influxo das inspirações crísticas, pela saudade do seu paraíso distante e pelo sincero arrependimento de seus terríveis erros, conseguiram superar as suas imensas dificuldades psicológicas e inauguraram no mundo a era das grandes religiões. Organizadas pelas raças adâmicas, surgem então, no cenário do mundo, as quatro grandes civilizações da Antiguidade: a ariana, a egípcia, a hebraica e a hindu. Precisamos, porém, registrar que, muito antes de surgirem os arianos, já florescia no Oriente, como a mais bela e avançada das organizações primitivas do orbe, a grande civilização da velha China.

Das grandes organizações sociais criadas pelos ex-capelinos, a hindu é a mais antiga, vindo depois a egípcia, a hebréia e finalmente a ariana. Remontam a mais ou menos dez mil anos os primeiros surtos de civilização terráquea, embora, a rigor, só os acontecimentos dos últimos cinco milênios sejam convictamente registrados pela História.

Em geral, as tábuas historiográficas começam as suas cronografias por volta do ano 3.000 a.C., assinalando apenas por tradição o estabelecimento do Império Tinita, inaugurado por Menés, unificador dos dois reinos egípcios. São também muito vagos os registros humanos sobre o Faraó Zoser, iniciador do Império Menfita, cuja capital foi mudada de Tinis para Mênfis. Pouco minuciosas são, por igual, as notícias sobre os semitas do Tigre-Eufrates e suas notáveis cidades de Akad, Isin e Larsa.

A imponente civilização dos sumérios também floresceu no terceiro milênio a.C., nas cidades
mesopotâmicas de Erech, Ur, Eridu, Lagach, Uruk, Kish e Nipur e existem registros suficientes sobre a boa capacidade de organização política e comercial desse povo, cujos dotes técnicos e artísticos são atestados pelos canais de irrigação que construiu, por seus trabalhos em metais e pela escrita cuneiforme que desenvolveu. Os sumérios possuíam sistema funcional de pesos e medidas e a eles, astrônomos competentes, se deve a primeira divisão do dia em 24 horas e da hora em minutos e segundos. Seu rei Hamurabi, o sexto da primeira dinastia, enérgico e sábio, promulgou, na Babilônia, o primeiro grande código humano de leis, que tanta influência iria exercer sobre a legislação mosaica.

Na índia nasciam a Filosofia e a Religião, no espírito e nas vozes dos grandes iniciados. Surgem, nos caracteres sânscritos, os Vedas – (São quatro coleções de Mantras ou Samhitas, a saber: Big-Veda, Yajur, Sama e Atharva-Veda. Os Upanishads somente surgiriam muitíssimo depois, por volta do século VI a.C.) - , com os seus cânticos e as suas preces. Infelizmente, nascia também, no mundo, a dura discriminação racial, então estabelecida pela divisão da sociedade em castas. (Sacerdotes e nobres (os brâmanes); guerreiros (os xátrias); mercadores (os váxias); camponeses e trabalhadores (os sudras) e os parlas, que eram os autóctones dravinianos, de pele escura, descendentes dos primatas, aos quais os arianos recusavam qualquer tipo de direito.)

Na mesma faixa de tempo florescia a extraordinária civilização egipciana, em cujo seio alcançou grande desenvolvimento as atividades agrícolas e navais, o comércio, as artes, o direito, a escrita, a astronomia, a medicina e a matemática. As grandes cidades de Mênfis e Heliópolis eram os seus mais importantes centros teológicos, cujos colégios sacerdotais, dotados da mais alta cultura, exerciam ampla influência sobre todos os setores da vida social. Espíritos de notável grandeza evolutiva, os antigos egípcios construíram uma civilização muito superior ao nível daquela época e das que se lhe seguiram, terminando por deixar nas Grandes Pirâmides — monumentos de saber ainda não de todo decifrado — não apenas a lembrança dos seus sonhos e das suas esperanças, senão também roteiros valiosos para a inteligência humana dos tempos futuros. Se bem que a grande maioria daqueles seres de eleição tenha retornado a Capela, numerosas entidades daquela grei permanecem nas esferas espirituais do nosso orbe, integrando as excelsas falanges do Cristo. Lamentavelmente, alguns outros, supinamente infelizes, se transformaram, com infaustos comparsas ex-capelinos, em tenebrosos Dragões do Mal.

NIMRUD, CAPELINO RENASCIDO,
IMPLANTOU A PRIMEIRA CIVILIZAÇÃO EM URUCK NA SUMÉRIA

O início da grande operação de redenção na Terra foi na Suméria, quando Nimrud, espírito capelino renascido, conseguiu, entre atos terríveis e maldades tétricas, implantar a primeira civilização em Uruck. Os alambaques (OS DRAGÕES), entretanto, que tinham não só a missão de trazer os degredados como também a de guiá-los, estavam excessivamente soltos, o que faria com que Mykael ordenasse a alteração dos padrões de comportamento dos dragões para fazê-los serem não somente guias de lobos - chefes de matilhas - como também modificarem seu íntimo a fim de se tornarem cordeiros de Deus.

Aqueles seres angustiados e aflitos, que deixavam atrás de si todo um mundo de afetos, não obstante os seus corações empedernidos na prática do mal, seriam degredados na face obscura do planeta terrestre; andariam desprezados na noite dos milênios da saudade e da amargura; reencarnariam no seio das raças ignorantes e primitivas, a lembrarem o paraíso perdido nos firmamentos distantes. Por muitos séculos não veriam a suave luz da Capela, mas trabalhariam na Terra acariciados por Jesus e confortados na sua imensa misericórdia.

Quanto ao fato de um espirito ainda inferior tornar-se guias de outros, vejamos o que nos ensina o Livro dos Espíritos, na questão 509:
509. Os homens no estado selvagem ou de inferioridade moral têm igualmente seus Espíritos protetores, e nesse caso esses Espíritos são de uma ordem tão elevada como os dos homens adiantados?
     — Cada homem tem um Espírito que vela por ele, mas as missões são relativas ao seu objeto. Não dareis a uma criança que aprende a ler um professor de filosofia. O progresso do Espírito familiar segue o do Espírito protegido. Tendo um Espírito superior que vela por vós, podeis também vos tornardes o protetor de um Espírito que vos seja inferior, e o progresso que o ajudardes afazer contribuirá para o vosso adiantamento. Deus não pede ao Espírito mais do que aquilo que a sua natureza e o grau a que tenha atingido possam comportar.

MESOPOTÂMIA

Em razão da existência do fértil vale criado pelo transbordamento de dois rios irmãos, o Tigre e o Eufrates, e de enormes facilidades para desenvolver uma sociedade em que a agricultura fosse a pedra angular, ficou estabelecido, no grande planejamento, que a Suméria seria o primeiro lugar de assentamento desses espíritos. Outros locais foram incluídos também no programa de transferência dos capelinos, para que a sua vinda influenciasse várias regiões do globo, tais como a Europa, influenciada, inicialmente, pelos celtas, e a índia, que abrigou esses seres no vale do Hindu. Posteriormente, seria a vez dos outros povos indo-europeus, e, no extremo oriente, a da Tailândia e a da China.

Esses indo-europeus haviam se dispersado a partir de pequenos grupos que saíram da Suméria no tempo de Nimrud e foram conduzidos pelos alambaques sob a tutela dos espíritos superiores para a Ásia Menor onde se miscigenaram com outras tribos indo-europeias de menor poder cultural do que os sumérios. Quinhentos anos mais tarde foram até a ilha de Creta e lá estabeleceram um verdadeiro império que ficaria conhecido como minoico devido ao mítico rei Minos de Creta.

A ilha foi devastada por um enorme tsunami com ondas enormes de sessenta metros, que varreram a ilha, destruindo a grande civilização minoica, ocasionado pela explosão do vulcão na ilha Terá a poucos quilômetros de Creta. Os remanescentes foram saindo em levas, aos poucos, no decorrer dos anos, espalhando-se por quase todo o Mediterrâneo, sendo conhecidos com muitos nomes, entre eles de povos do mar, que arrasaram o império Hitita. Os indo-europeus de Creta lutaram contra os dórios, que ocupavam o Peloponeso, e Platão confundiu os cretenses com os atlantes, que se originaram de Ahtilantê, em Capela, dando início à lenda do continente perdido de Atlântida.

KEMET (EGITO) –– 3600 a.C.
O Iterou – Rio Nilo
Uma das regiões que se tornaria de suma importância para o desenvolvimento da cultura, tecnologia e civilização mundiais seria a compreendida pelo Egito, outro local que fora escolhido para a imersão na matéria dos espíritos capelinos. Seriam nessas longínquas plagas que essas almas conturbadas estabeleceriam uma civilização monumental, de proporções absolutamente grandiosas.

Por volta de 3.600 a.C., os espíritos superiores determinaram que os alambaques levassem para aquelas plagas, com o intuito de desenvolverem o Kemet (Egito), vários grupos de sumérios.

Alguns desses grupos foram dizimados pelo caminho e outros foram desviados, motivo pelo qual acabaram estabelecendo-se em outros lugares. No entanto, três deles chegaram ao vale do Iterou e fundaram uma civilização, gradativamente, sem violência ou conquistas sangrentas. Um dos grupos se localizou em Ahmar, perto de onde está a cidade que se conhece hoje pelo nome de Cairo. Os outros dois se instalaram no sul e fundaram Nubt, conhecida hoje como Naqada.

A ERA DOS DEUSES
Durante um largo período de tempo, conhecido como a Era dos Deuses, os capelinos implementaram alterações estruturais, tecnológicas e, sobretudo culturais que, fundindo-se com os milenares e primitivos costumes hamitas, vieram a constituir a famosa civilização egípcia. O grupo de Ahmar fundou as cidades de Perouadjet, também conhecida como Buto, e Zau, conhecida como Sais. Enquanto isto, no sul, os dois grupos fundidos de sumérios fundariam a cidade de Ouaset, também conhecida pelo nome grego de Tebas.

Muitos dos capelinos degredados ficaram famosos por seus atos, que se tornaram lendas dessa época. Dois deles foram Aha Harakty, mais conhecido como Rá ou Ré, e seu pai, Ptah, que se notabilizou por suas obras de contenção e desvio do rio Nilo.

Além deles, os integrantes de um enorme grupo de capelinos degredados tornaram-se conhecidos como deuses da antiguidade, entre eles Amon, o lugar-tenente de Rá. No entanto, ninguém se tornou mais conhecido e amado pelo povo de Kemet do que Osíris.

Osíris foi rei do Kemet e, durante sua profícua administração, o povo pobre e abandonado, os felás, teve a oportunidade de possuir um pedaço de terra para cultivar, além de receber subsídios, ensinamentos e investimentos na primeira grande reforma agrária do mundo. Osíris era um capelino que viera em missão sacrificial junto a Isis, sua eleita do coração e futura esposa e rainha. O amor desses dois seres seria conhecido no mundo inteiro como a lenda de Osíris e Isis. Infelizmente, essa bela história de amor terminou tragicamente, pela vilania de seu meio-irmão, Seth, o terrível, que, na tentativa de assassinar Osíris, levou-o à tetraplegia, após desfechar-lhe um golpe na nuca.

Set, também chamado Setesh, Sutekh, Setekh ou Suty, eventualmente também grafado Seth, era considerado um deus egípcio da violência, da traição, do ciúme, da inveja, do deserto, da guerra, da escuridão, das tempestades, dos animais e serpentes. Set fazia de tudo para conseguir o controle dos deuses e ficar no lugar de seu irmão Osíris.

Seth, sob a influência de um alambaque e de seu braço-direito, Aker, conturbaria o reinado com uma guerra civil sangrenta, que terminaria por dividir o Kemet em três reinos: dois no delta, chamados de Baixo Egito, com capitais em Perouadjet e Djedu, e um no Alto Egito, com capital em Teni.

Os administradores espirituais determinaram que o Kemet seria coordenado por Kabryel (posteriormente conhecido na Bíblia como anjo Gabriel), e que os alambaques teriam papel preponderante no desenvolvimento daquela civilização. Assim, com muitas lutas, marchas e contramarchas, a cultura foi implantada no Kemet.

Muitos capelinos renasceriam ali e se tornariam deuses, como Rá, Ptah, Sakhmet, Tefnu e Osíris, este último o mais doce dos seres daquela conturbada era dos deuses. Após terríveis momentos de guerra fratricida, o Kemet foi desmembrado, e se tornou As Duas Terras.

Seria preciso que aparecessem heróis truculentos como Zekhen, o Rei Escorpião, e Nârmer, seu filho e sucessor, para unificarem novamente o Egito que Aha (Rá), unira. Aventuras repletas de guerras, combates, traições e ardis, finalmente, levaram à união do Kemet - o Egito - numa grande nação de monumentos tão portentosos que nem o tempo foi capaz de apagar.

Os espíritos superiores tinham, entretanto, outros planos para implementarem a civilização na Terra, e seria por meio de grandes migrações que isso seria feito.


Mesmo depois de dois mil anos do degredo dos capelinos no planeta Terra, a civilização ainda estava estagnada. Esta havia dado um salto inicial, mas, após certo tempo, tornara-se novamente imobilista. Os administradores espirituais iniciaram, então, uma série de movimentos migratórios na Terra, com o intuito de mesclarem povos, raças e, sobretudo, culturas e tecnologias. Assim, iniciou-se, por volta de 1.800 a.C., um enorme movimento migratório em todo o planeta, o qual alcançou todos os rincões deste globo.

HISTORIA ESPIRITUAL DA TERRA PARTE I – A QUEDA DOS ANJOS RAÇA ADAMICA O PARAISO PERDIDO

HISTORIA ESPIRITUAL DA TERRA
PARTE I – A QUEDA DOS ANJOS
RAÇA ADAMICA
O PARAISO PERDIDO

Só na nossa galáxia existem mais de cem bilhões de sóis! Esses mundos incontáveis são como disse Jesus, as muitas moradas da Casa do Pai. É neles que nascem, crescem, vivem e se aperfeiçoam os Filhos do Criador, a Grande Família Universal. São esses mundos as grandes Escolas das Almas, Oficinas, Universidades e os Grandes Laboratórios do Infinito. . . E são também berços da Vida. Assim como os Grandes Espíritos são solidários entre si, também o são os mundos e as Humanidades que eles governam em nome do Criador.

Conta a tradição espiritual que quando Sírius, da Constelação do Grande Cão, atingiu a posição de sistema de orbes regenerado, muitos Espíritos orgulhosos e rebeldes que lá habitavam foram transferidos para Capela, da Constelação do Cocheiro, que era, na ocasião, um sistema de mundos de provas e expiações. No transcurso dos milênios, esses degredados, já redimidos, regressaram, em sua maioria a Sirius, ou se incorporaram ao mundo de Capela, ou como devotados condutores, ou, porém, numerosas entidades, de poderosa inteligência, mas de renitente coração, que não apenas perseveraram em sua rebeldia, mas lideraram, além disso, legiões de tresloucados seguidores de suas incontinências.

Quando Capela alcançou o estágio de orbes de regeneração, esses Espíritos indesejáveis em Capela foram banidos para a Terra, onde a magnanimidade do Cristo os recebeu e amparou, conforme nos narra Emmanuel em A Caminho da Luz, UM MUNDO EM TRANSIÇÕES.

3.700 a.C.  - Capela

A estrela de Capela fica distante quarenta e dois anos-luz da Terra, na constelação do Cocheiro, também chamada de Cabra. Essa bela e gigantesca estrela faz parte da Via Láctea, galáxia que nos abriga. Capela é uma bela estrela. Cerca de quatorze vezes maior do que o Sol tem uma emanação de calor levemente inferior à de nosso astro-rei. É, em verdade, componente de um sistema estelar binário, ou seja, um sistema estelar composto por duas estrelas, as quais gravitam uma em torno da outra, e, em volta delas, num verdadeiro balé estelar, há um cortejo constituído por inúmeros planetas, luas, cometas e asteroides.

Há cerca de 3.700 a.C., num dos planetas - Ahtilantê - que gravitam em torno da estrela dupla Capela, existia uma humanidade muito parecida com a terrestre, à qual pertencemos atualmente, apresentando notável padrão de evolução tecnológica. Naquela época, Ahtilantê, o quinto, a partir de Capela, estava numa posição social e econômica global muito parecida com a da Terra do século XX d.C. A humanidade que lá existia apresentava graus de evolução espiritual extremamente heterogêneos, similares aos terrestres do final do século XX, com pessoas desejando o aperfeiçoamento do orbe enquanto outras apenas anelavam seu próprio bem-estar.

Os governadores espirituais do planeta, espíritos que tinham alcançado um grau extraordinário de evolução, constataram que Ahtilantê teria que passar por um extenso expurgo espiritual. Deveriam ser retiradas do planeta, espiritualmente, as almas que não tivessem alcançado um determinado grau de evolução. Elas seriam levadas para outro orbe, deslocando-se através do mundo astral, onde continuariam sua evolução espiritual, através do processo natural dos renascimentos. No decorrer desse longo processo, que iria durar cerca de oitenta e quatro anos, seriam dadas oportunidades de evolução aos espíritos, tanto aos que já estavam jungidos à carne, como aos que estavam no astral - dimensão espiritual mais próxima da material - através das magníficas ocasiões do renascimento. Aqueles que demonstrassem endurecimento em suas atitudes negativas perante a humanidade ahtilantê seriam retirados, gradativamente, à medida que fossem falecendo fisicamente, para um outro planeta que lhes seria mais propício, possibilitando que continuassem sua evolução num plano mais adequado aos seus pendores ainda primitivos e egoísticos.

Portanto, a última existência em Ahtilantê era vital, pois demonstraria, pelas atitudes e pelos pendores do espírito, se ele havia logrado alcançar um padrão vibratório satisfatório dos requisitos de permanência num mundo mais evoluído e pronto para novos vôos ou se teria que passar pela dura provação de um recomeço em planeta ainda atrasado.

Os governadores espirituais do planeta escolheram para coordenar esse vasto processo um espírito do astral superior chamado Varuna, que formou uma equipe atuante em muitos setores para apoiá-lo em suas atividades. Um planejamento detalhado foi encetado de tal forma que pudesse abranger de maneira correta todos os aspectos envolvidos nesse grave cometimento. Diversas visitas ao planeta que abrigaria parte da humanidade de Ahtilantê foram feitas, e, em conjunto com os administradores espirituais desse mundo, o expurgo foi adequadamente preparado.

Ahtilantê era um planeta com mais de seis bilhões de habitantes e, além dos que estavam ali renascidos, existiam mais alguns bilhões de almas em estado de erraticidade. O grande expurgo abrangeria todos, tanto os renascidos como os que se demoravam no astral inferior, especialmente os mergulhados nas mais densas trevas. Faziam também parte dos passíveis de degredo os espíritos profundamente desajustados, além dos assassinos enlouquecidos, dos suicidas, dos corruptos, dos depravados e de uma corja imensa de elementos perniciosos.

Varuna, espírito nobilíssimo, destacara-se por méritos próprios em todas as suas atividades profissionais e pessoais, sendo correto, justo e íntegro. Adquirira tamanho peso moral na vida política do planeta que era respeitado por todos, inclusive por seus inimigos políticos e adversários em geral. Esse belo ser, forjado no cadinho das experiências da vida, fora brutalmente assassinado por ordem de um déspota que se apossara do império Hurukyan, um dos maiores daquele mundo.

Ahtilantê era um planeta muito maior do que a Terra e apresentava algumas características bem diferentes das do nosso lar atual. Sua gravidade era bem menor e sua humanidade não era mamífera, e sim, oriunda dos grandes répteis, que predominaram na pré-história ahtilantê. A atmosfera de Ahtilantê era bem mais dulcificante do que a agreste e cambiante atmosfera terrestre. Tratava-se de um verdadeiro paraíso, um jardim planetário, amparado por avançada tecnologia.

As grandes distâncias eram percorridas por vimanas, aparelhos similares aos nossos aviões. Os meios de telecomunicação, avançadíssimos, permitiam contato tridimensionais em videofones com quase todos os quadrantes do planeta. Já existiam, também, outras invenções fantásticas, especialmente na área da medicina. Os ahtilantes estavam bastante adiantados no que diz respeito a viagens espaciais, pois já tinham colonizado suas duas luas.

Contudo, a evolução moral dos ahtilantes muito deixava a desejar. Apresentavam as deficiências comuns às da humanidade de categoria média, nas quais se enquadram os seres humanos que superaram as fases preliminares da jornada evolutiva, sem terem alcançado, não obstante, as luzes da fraternidade plena.

Havia basicamente quatro raças em Ahtilantê, os azuis, os verdes, os púrpuras e os cinzas. Os azuis e verdes eram profundamente racistas, não tolerando miscigenação entre eles, acreditando que os cinzas eram de origem inferior, podendo ser utilizados da forma como desejassem.

Naquela época, a escravidão já não existia, mas uma forma hedionda de servilismo econômico persistia entre as nações. Por mais que os profetas ahtilantes tivessem enaltecido a origem única de todos os espíritos no seio do Senhor, nosso Pai Amantíssimo, os ahtilantes ainda continuavam a acreditar que a cor da pele, a posição social e o nome ilustre de uma família eram corolários inseparáveis para a superioridade de alguém.

Aqueles cujo próprio martírio e testemunho do sofrimento alheio não foram suficientes para se renderem ao imperativo de profunda modificação interior foram deportados para um distante planeta azul, o qual os administradores espirituais daquele jardim, ainda selvático, chamavam de Terra. Esse processo, que envolveu quase quarenta milhões de espíritos, trazidos como degredados para a Terra por volta de 3.700 a.C., foi coordenado por Varuna e sua equipe multissetorial.

Tais degredados não vieram, porém, sozinhos, alguns dos seus grandes líderes renunciaram, por amor a eles, à felicidade do regresso a Sírius, e desceram, à sua frente, aos vales de dor da Terra primitiva, na condição de Grandes Guardiães, colocando-se humildemente a serviço do Cristo Planetário. É assim que, mesmo antes do Messianato do Senhor Jesus, a História registra a passagem, entre os homens, de luminosos Gênios Espirituais, como os respeitáveis Sacerdotes do Antigo Egito, os veneráveis Mahatmas da velha índia e os vultos sumamente admiráveis de Fo-Hi, Lao-Tsé, Confúcio, Buda, Esquilo, Heródoto e Sócrates.

No mesmo livro, "A Caminho a Luz", nos ensina Emmanuel, no item QUATRO GRANDES POVOS: As raças adâmicas guardavam vaga lembrança da sua situação pregressa, tecendo o hino sagrado das reminiscências. As tradições do paraíso perdido passaram de gerações a gerações, até que ficassem arquivadas nas páginas da Bíblia. Aqueles seres decaídos e degradados, a maneira de suas vidas passadas no mundo distante da Capela, com o transcurso dos anos reuniram-se em quatro grandes grupos que se fixaram depois nos povos mais antigos, obedecendo às afinidades sentimentais e lingüísticas que os associavam na constelação do Cocheiro. Unidos, novamente, na esteira do Tempo, formaram desse modo o grupo dos árias, a civilização do Egito, o povo de Israel e as castas da Índia.

Dos árias descende a maioria dos povos brancos da família indo-europeia nessa descendência, porém, é necessário incluir os latinos, os celtas e os gregos, além dos germanos e dos eslavos. As quatro grandes massas de degredados formaram os pródromos de toda a organização das civilizações futuras, introduzindo os mais largos benefícios no seio da raça amarela e da raça negra, que já existiam.

É de grande interesse o estudo de sua movimentação no curso da História. Através dessa análise, é possível examinarem-se os defeitos e virtudes que trouxeram do seu paraíso longínquo, bem como os antagonismos e idiossincrasias peculiares a cada qual. (Emmanuel

Os capelinos (desencarnados) foram trazidos em levas que variavam de vinte mil a pouco mais de duzentas mil almas. Sob a direção segura e amorosa dos administradores espirituais, vinham em grandes transportadores astrais, que venciam facilmente as grandes distâncias siderais e que eram comandados por espíritos especializados em sua condução.

A Terra, naquele tempo, era ocupada por uma plêiade de espíritos primitivos, os quais serão sempre denominados terrestres nestes escritos, para diferenciá-los dos capelinos que vieram degredados para cá, a fim de evoluírem e fazerem com que outros evoluíssem.

Uma das funções dos capelinos, aqui na Terra, era a de aceleradores evolutivos, especialmente no terreno social e técnico. Embora fossem a escória de Ahtilantê, eram mais adiantados do que os terrestres no que dizia respeito a níveis de inteligência, aptidão social e, naturalmente, sagacidade.

Os terrestres, ainda muito embrutecidos, ingênuos e apegados a rituais tradicionais, pouco ou nada criavam de novo. Cada geração se apegava ao que a anterior lhe ensinara, atitude muito similar à em que vemos demorarem-se os nossos silvícolas, que estagiam comodamente no mesmo modo de vida há milhares de anos.

Havia entre os exilados um grupo de espíritos que, em Ahtilantê, se intitulavam de alambaques, ou seja, dragões. Esses espíritos, muitos deles brilhantes e de sagaz inteligência, eram vítimas de sua própria atitude negativa perante a existência, preferindo serem 'críticos a atores da vida'. Muitos deles se julgavam injustiçados quando em vida e, por causa desses fatos, aferravam-se em atitudes demoníacas perante os maiores. Esses alambaques tinham desenvolvido uma sociedade de desregramentos e abusos, sendo utilizados pela justiça divina como elementos conscientizadores dos seres que cometiam atos de caliginosa vilania.

Essa súcia era, todavia, filha do Altíssimo e, ainda que passível de deportação, deveria ser a artífice do exílio. Como dominava vastas legiões de espíritos embrutecidos na prática do mal, era mais fácil comandá-la do que aos guardiões do astral inferior, que não existiam em número suficiente para uma expedição expiatória dessa envergadura. Por causa disso, Varuna e seu guardião-mor Vartraghan foram até as mais densas trevas, numa viagem inesquecível, para convidar os poderosos alambaques a se unirem a eles e ajudarem as forças da evolução e da luz a triunfarem sobre eventuais espíritos recalcitrantes.

Varuna, através de sua atitude de desprendimento, de amor ao próximo e de integridade e justiça, foi acolhido, após algum tempo, pela maioria dos alambaques, como o grande mago, o Mykael, nome que passaria a adotar como forma de renovação que ele mesmo se impôs ao vir para a Terra.

A grande missão de Mykael era não apenas a de trazer as quase quarenta milhões de almas capelinas para o exílio, porém, principalmente, fundamentalmente, levá-las de volta ao caminho do Senhor, totalmente redimidas.

Consideremos o que nos ensina Kardec em o Livro dos Espíritos Q.53 :

O homem surgiu em muitos pontos do globo terrestre?

“Sim e em épocas várias, o que também constitui uma das causas da diversidade das raças. Depois, dispersando-se os homens por climas diversos e aliando-se os de uma aos de outras raças, novos tipos se formaram.” “Achou-se a Terra, assim, povoada de Espíritos de diversas categorias, mais ou menos aptos ou rebeldes ao progresso. Recebendo os corpos a impressão do caráter do Espírito e procriando-se esses corpos na conformidade dos respectivos tipos, resultaram daí diferentes raças, quer quanto ao físico, quer quanto ao moral. [...] Não foi portanto uniforme o progresso em toda a espécie humana.” Allan Kardec – A Gênese – Cap. XI – A Gênese Espiritual - itens 30 e 32

Em Allan Kardec – A Gênese – Cap.XI – Gênese espiritual - item 37.
De que forma ocorre o progresso da Raça Humana?

1. Seguindo o princípio espiritual, lenta e gradualmente, em suas conquistas morais e intelectuais através do vasto histórico da evolução anímica.
2. Pela renovação da população espiritual do orbe através das emigrações e imigrações coletivas. “Essa transfusão que se efetua entre a população encarnada de um planeta, igualmente se efetua entre os mundos, quer individualmente, nas condições normais, quer por massas, em circunstâncias especiais [...] de um mundo para outro, donde resulta a introdução, na população de um deles, de elementos inteiramente novos. Novas raças de Espíritos, vindo misturar-se às existentes, constituem novas raças de homens. [...] Consigo trazem eles sempre a inteligência e a intuição dos conhecimentos que possuem.”

A SEGUIR
PARTE II
SUMÉRIOS, EGIPICIOS E HEBREUS

quarta-feira, 12 de abril de 2017

COMO INTERPRETAMOS O MUNDO?

Tudo que capturamos como informação do ambiente através dos 5 sentidos são recebidos através de vibrações, frequências, energias, ondas bioenergéticas que nos direcionam para nosso destino quando agem coerentemente com nossa programação; entenda-se: CRENÇAS.

O sono, o cansaço ou apatia, nas emoções e sentimentos, fazem parte do processo de adaptação à consciência ou frequência vibratória com a qual sintonizamos. Essa mudança no estado de espírito que muitos de nós estamos sentido (frequência vibratória do CAMPO em que estamos vivendo) se traduz em sentimentos confusos - cada um de nós é único e cada um de nós recebe a informação da maneira que percebe e que sintoniza com suas crenças.

Estar consciente de algo é ter uma leitura do que o ambiente está lhe enviandocomo você está traduzindo essa vibração em seu corpo. As vibrações do Planeta a cada dia estão exacerbadas e mudando a frequência conforme nossas consciências unidas a elas. Se há medo Global – há uma ressonância desse medo em todos que estão em sintonia com essas frequências e energias. Se há alegria e confiança Global – há também uma ressonância competente a essas energias.

Esta é uma condição de pessoas emocionalmente imaturas. Se não sabemos (percebemos) o que estamos sentindo isso se reflete em comportamento. Não sabemos fazer diferença entre ANSIEDADE e APETITE. Você acha que está sempre com fome e ainda fica indignado quando alguém lhe diz para comer menos, porque você não tem consciência sobre suas emoções e se condiciona a compensar comendo.

Ter a noção das nossas emoções e sentimentos é ter controle sobre seu comportamento. Se não temos consciência dos comportamentos distintos, somos levados por eles! E o que acontece?

Há muitas pessoas que estão sucumbindo, se entregando a essas sensações e estão somatizando sensações e sentimentos para o Câncer, Alzheimer, gripes e resfriados que nunca vão embora, dores de cabeça, na coluna, problemas de pele etc. 

Nosso cérebro enxerga holograficamente através de informações matemáticas que são enviadas e captadas pelos cinco sentidos. Por exemplo: O olho humano é um órgão especializado para a detecção, localização e análise da luz que é uma vibração, frequência e energia”. Ou seja, é por onde o seu cérebro capta imagens, para você poder enxergar.  O olho humano é uma estrutura complexa, formada por diversas estruturas, como a pupila, a íris, a córnea e a retina, que trabalham juntas, para que o seu olho possa captar as imagens (aonde a imagem do ambiente é projetada), e aqui acontece um fenômeno bem interessante: a transformação da luz/imagem em sinais nervosos, ou seja em frequência, vibração, energia. É como se a imagem fosse traduzida para uma língua que o cérebro entende (frequência).

Sair dessa programação de condicionamento da ilusão que a matéria provoca é muito difícil.  Levamos milhões de anos para sermos do jeito que somos e não é em pouco anos que vamos mudar radicalmente. Essa programação está entranhada em nós! Precisamos desprograma-la para tal. 

Estar se preocupado com a mudança já é um bom sinal. Tente entender o processo, pois é isso que está lhe limitando, é neste padrão que você quer materializar a passagem para outra dimensão, quando ela não existe!!! Você é a passagem! Você não vai passar por portas enormes e ter um cara de branco com uma ficha fazendo seu cadastramento para o paraíso... A ascensão é uma percepção, é mudança MENTAL. Você é o que você pensa e sente! Não importa se aqui ou do outro lado.

Quando questionamos tudo e todos = Governo, Saúde, Dinheiro, Céu, Inferno, Certo, Errado... Estamos questionando os polos quando deveríamos nos CENTRAR no objetivo: na nossa mudança mental, para sentir a realidade subjacente ao mundo material, que preexiste e continua além da matéria, esta por sua vez simples energia (vibração, frequência) congelada.

Qual é o objetivo? 
Entender o TODO e sair desse sofrimento carnal. Nosso maior medo vem do condicionamento que a matéria é real, quanto na verdade o real é a vibração e frequência que determina o Universo, por isso é temos tanto medo da morte, porque ela nos traz a ilusão da NÃO EXISTÊNCIA = MORTE.

O fato de você ter noção dessa mudança já é a mudança! Uma outra dimensão é um outro ponto de vista. Podemos ir e vir e mudar e trocar o momento que quisermos. Quando temos várias informações sobre um mesmo ponto podemos decidir qual a melhor forma de interagir com ele. Você é que escolhe! O único responsável por sua vida é você mesmo.

Ter o poder de escolher é maravilhoso. Sem medos, sem conflitos, sem polarização. Assumindo a responsabilidade por suas ações. Isso é atravessar a dimensão. Entenda: a expressão “Dimensão” não deve ser usada como equivalência espacial, mas como vibração e frequência de uma realidade.

Vivemos na matéria. Fisicamente orientados pelas emoções que emergem do ambiente. Isso é uma forma de consciência, infelizmente de consciência imatura. Mas há uma dimensão de consciência que apesar de viver ainda na matéria vê e enxerga numa outra vibração e energia, com maior participação da intuição pelo pensamento. O mais importante agora não é o gasto físico das emoções e dos desejos, mas a compreensão deles em nosso comportamento e sua transformação em sentimentos verdadeiros, sem ilusões. Se crer, se faz as escolhas certas, você transforma a realidade interna e não mais aquilo que te levaria aos condicionamentos padrões. Para isso conscientize-se das suas emoções, desejos, sentimentos e pensamentos.

Mente é vibração que irradia uma energia. Pensamento é radiação da mente acompanhado de emoção e sentimento, portanto a nossa ação e conduta é manifestação do pensamento.
TUDO É ENERGIA, VIBRAÇÃO, FREQUÊNCIA, ONDAS E RADIAÇÃO

É muito comum visitar algum lugar ou conhecer uma pessoa com a qual não nos sentimos bem; já com outras pessoas e lugares nos sentimos felizes. Isso porque pessoas e lugares tem energia própria e independente de nosso querer a sintonia se instala. Há verdadeiros “vampiros” que sugam as nossas energias e outros que nos deixam bem, pela vibração que emitem. Tudo é energia, vibração e sintonia.

Estamos sendo direcionados para nossas responsabilidades como seres de luz que o somos desde a nossa criação. Fato é que se você ficar agarrado as suas velhas crenças como alguém preso a uma árvore para não voar com o vento forte... sua vida ficará difícil. O resultado poderá ser o da explosão interna = Loucura ou enfermidades graves.

A ciência já confirmou: certas frequências afetam a nossa estrutura genética, nosso DNA. Em nível celular, essas frequências e sons estão sendo convertidas em sua forma mais concentrada de energia, em uma vibração que se somatiza.

Muitos consideram que as frequências fazem parte da nossa reprogramação genética como também todo o universo. Mas para entender seus benefícios é preciso ter CONSCIÊNCIA – Conhecimento disso. 

Fique atento.