sexta-feira, 14 de abril de 2017

HISTORIA ESPIRITUAL DA TERRA PARTE I – A QUEDA DOS ANJOS RAÇA ADAMICA O PARAISO PERDIDO

HISTORIA ESPIRITUAL DA TERRA
PARTE I – A QUEDA DOS ANJOS
RAÇA ADAMICA
O PARAISO PERDIDO

Só na nossa galáxia existem mais de cem bilhões de sóis! Esses mundos incontáveis são como disse Jesus, as muitas moradas da Casa do Pai. É neles que nascem, crescem, vivem e se aperfeiçoam os Filhos do Criador, a Grande Família Universal. São esses mundos as grandes Escolas das Almas, Oficinas, Universidades e os Grandes Laboratórios do Infinito. . . E são também berços da Vida. Assim como os Grandes Espíritos são solidários entre si, também o são os mundos e as Humanidades que eles governam em nome do Criador.

Conta a tradição espiritual que quando Sírius, da Constelação do Grande Cão, atingiu a posição de sistema de orbes regenerado, muitos Espíritos orgulhosos e rebeldes que lá habitavam foram transferidos para Capela, da Constelação do Cocheiro, que era, na ocasião, um sistema de mundos de provas e expiações. No transcurso dos milênios, esses degredados, já redimidos, regressaram, em sua maioria a Sirius, ou se incorporaram ao mundo de Capela, ou como devotados condutores, ou, porém, numerosas entidades, de poderosa inteligência, mas de renitente coração, que não apenas perseveraram em sua rebeldia, mas lideraram, além disso, legiões de tresloucados seguidores de suas incontinências.

Quando Capela alcançou o estágio de orbes de regeneração, esses Espíritos indesejáveis em Capela foram banidos para a Terra, onde a magnanimidade do Cristo os recebeu e amparou, conforme nos narra Emmanuel em A Caminho da Luz, UM MUNDO EM TRANSIÇÕES.

3.700 a.C.  - Capela

A estrela de Capela fica distante quarenta e dois anos-luz da Terra, na constelação do Cocheiro, também chamada de Cabra. Essa bela e gigantesca estrela faz parte da Via Láctea, galáxia que nos abriga. Capela é uma bela estrela. Cerca de quatorze vezes maior do que o Sol tem uma emanação de calor levemente inferior à de nosso astro-rei. É, em verdade, componente de um sistema estelar binário, ou seja, um sistema estelar composto por duas estrelas, as quais gravitam uma em torno da outra, e, em volta delas, num verdadeiro balé estelar, há um cortejo constituído por inúmeros planetas, luas, cometas e asteroides.

Há cerca de 3.700 a.C., num dos planetas - Ahtilantê - que gravitam em torno da estrela dupla Capela, existia uma humanidade muito parecida com a terrestre, à qual pertencemos atualmente, apresentando notável padrão de evolução tecnológica. Naquela época, Ahtilantê, o quinto, a partir de Capela, estava numa posição social e econômica global muito parecida com a da Terra do século XX d.C. A humanidade que lá existia apresentava graus de evolução espiritual extremamente heterogêneos, similares aos terrestres do final do século XX, com pessoas desejando o aperfeiçoamento do orbe enquanto outras apenas anelavam seu próprio bem-estar.

Os governadores espirituais do planeta, espíritos que tinham alcançado um grau extraordinário de evolução, constataram que Ahtilantê teria que passar por um extenso expurgo espiritual. Deveriam ser retiradas do planeta, espiritualmente, as almas que não tivessem alcançado um determinado grau de evolução. Elas seriam levadas para outro orbe, deslocando-se através do mundo astral, onde continuariam sua evolução espiritual, através do processo natural dos renascimentos. No decorrer desse longo processo, que iria durar cerca de oitenta e quatro anos, seriam dadas oportunidades de evolução aos espíritos, tanto aos que já estavam jungidos à carne, como aos que estavam no astral - dimensão espiritual mais próxima da material - através das magníficas ocasiões do renascimento. Aqueles que demonstrassem endurecimento em suas atitudes negativas perante a humanidade ahtilantê seriam retirados, gradativamente, à medida que fossem falecendo fisicamente, para um outro planeta que lhes seria mais propício, possibilitando que continuassem sua evolução num plano mais adequado aos seus pendores ainda primitivos e egoísticos.

Portanto, a última existência em Ahtilantê era vital, pois demonstraria, pelas atitudes e pelos pendores do espírito, se ele havia logrado alcançar um padrão vibratório satisfatório dos requisitos de permanência num mundo mais evoluído e pronto para novos vôos ou se teria que passar pela dura provação de um recomeço em planeta ainda atrasado.

Os governadores espirituais do planeta escolheram para coordenar esse vasto processo um espírito do astral superior chamado Varuna, que formou uma equipe atuante em muitos setores para apoiá-lo em suas atividades. Um planejamento detalhado foi encetado de tal forma que pudesse abranger de maneira correta todos os aspectos envolvidos nesse grave cometimento. Diversas visitas ao planeta que abrigaria parte da humanidade de Ahtilantê foram feitas, e, em conjunto com os administradores espirituais desse mundo, o expurgo foi adequadamente preparado.

Ahtilantê era um planeta com mais de seis bilhões de habitantes e, além dos que estavam ali renascidos, existiam mais alguns bilhões de almas em estado de erraticidade. O grande expurgo abrangeria todos, tanto os renascidos como os que se demoravam no astral inferior, especialmente os mergulhados nas mais densas trevas. Faziam também parte dos passíveis de degredo os espíritos profundamente desajustados, além dos assassinos enlouquecidos, dos suicidas, dos corruptos, dos depravados e de uma corja imensa de elementos perniciosos.

Varuna, espírito nobilíssimo, destacara-se por méritos próprios em todas as suas atividades profissionais e pessoais, sendo correto, justo e íntegro. Adquirira tamanho peso moral na vida política do planeta que era respeitado por todos, inclusive por seus inimigos políticos e adversários em geral. Esse belo ser, forjado no cadinho das experiências da vida, fora brutalmente assassinado por ordem de um déspota que se apossara do império Hurukyan, um dos maiores daquele mundo.

Ahtilantê era um planeta muito maior do que a Terra e apresentava algumas características bem diferentes das do nosso lar atual. Sua gravidade era bem menor e sua humanidade não era mamífera, e sim, oriunda dos grandes répteis, que predominaram na pré-história ahtilantê. A atmosfera de Ahtilantê era bem mais dulcificante do que a agreste e cambiante atmosfera terrestre. Tratava-se de um verdadeiro paraíso, um jardim planetário, amparado por avançada tecnologia.

As grandes distâncias eram percorridas por vimanas, aparelhos similares aos nossos aviões. Os meios de telecomunicação, avançadíssimos, permitiam contato tridimensionais em videofones com quase todos os quadrantes do planeta. Já existiam, também, outras invenções fantásticas, especialmente na área da medicina. Os ahtilantes estavam bastante adiantados no que diz respeito a viagens espaciais, pois já tinham colonizado suas duas luas.

Contudo, a evolução moral dos ahtilantes muito deixava a desejar. Apresentavam as deficiências comuns às da humanidade de categoria média, nas quais se enquadram os seres humanos que superaram as fases preliminares da jornada evolutiva, sem terem alcançado, não obstante, as luzes da fraternidade plena.

Havia basicamente quatro raças em Ahtilantê, os azuis, os verdes, os púrpuras e os cinzas. Os azuis e verdes eram profundamente racistas, não tolerando miscigenação entre eles, acreditando que os cinzas eram de origem inferior, podendo ser utilizados da forma como desejassem.

Naquela época, a escravidão já não existia, mas uma forma hedionda de servilismo econômico persistia entre as nações. Por mais que os profetas ahtilantes tivessem enaltecido a origem única de todos os espíritos no seio do Senhor, nosso Pai Amantíssimo, os ahtilantes ainda continuavam a acreditar que a cor da pele, a posição social e o nome ilustre de uma família eram corolários inseparáveis para a superioridade de alguém.

Aqueles cujo próprio martírio e testemunho do sofrimento alheio não foram suficientes para se renderem ao imperativo de profunda modificação interior foram deportados para um distante planeta azul, o qual os administradores espirituais daquele jardim, ainda selvático, chamavam de Terra. Esse processo, que envolveu quase quarenta milhões de espíritos, trazidos como degredados para a Terra por volta de 3.700 a.C., foi coordenado por Varuna e sua equipe multissetorial.

Tais degredados não vieram, porém, sozinhos, alguns dos seus grandes líderes renunciaram, por amor a eles, à felicidade do regresso a Sírius, e desceram, à sua frente, aos vales de dor da Terra primitiva, na condição de Grandes Guardiães, colocando-se humildemente a serviço do Cristo Planetário. É assim que, mesmo antes do Messianato do Senhor Jesus, a História registra a passagem, entre os homens, de luminosos Gênios Espirituais, como os respeitáveis Sacerdotes do Antigo Egito, os veneráveis Mahatmas da velha índia e os vultos sumamente admiráveis de Fo-Hi, Lao-Tsé, Confúcio, Buda, Esquilo, Heródoto e Sócrates.

No mesmo livro, "A Caminho a Luz", nos ensina Emmanuel, no item QUATRO GRANDES POVOS: As raças adâmicas guardavam vaga lembrança da sua situação pregressa, tecendo o hino sagrado das reminiscências. As tradições do paraíso perdido passaram de gerações a gerações, até que ficassem arquivadas nas páginas da Bíblia. Aqueles seres decaídos e degradados, a maneira de suas vidas passadas no mundo distante da Capela, com o transcurso dos anos reuniram-se em quatro grandes grupos que se fixaram depois nos povos mais antigos, obedecendo às afinidades sentimentais e lingüísticas que os associavam na constelação do Cocheiro. Unidos, novamente, na esteira do Tempo, formaram desse modo o grupo dos árias, a civilização do Egito, o povo de Israel e as castas da Índia.

Dos árias descende a maioria dos povos brancos da família indo-europeia nessa descendência, porém, é necessário incluir os latinos, os celtas e os gregos, além dos germanos e dos eslavos. As quatro grandes massas de degredados formaram os pródromos de toda a organização das civilizações futuras, introduzindo os mais largos benefícios no seio da raça amarela e da raça negra, que já existiam.

É de grande interesse o estudo de sua movimentação no curso da História. Através dessa análise, é possível examinarem-se os defeitos e virtudes que trouxeram do seu paraíso longínquo, bem como os antagonismos e idiossincrasias peculiares a cada qual. (Emmanuel

Os capelinos (desencarnados) foram trazidos em levas que variavam de vinte mil a pouco mais de duzentas mil almas. Sob a direção segura e amorosa dos administradores espirituais, vinham em grandes transportadores astrais, que venciam facilmente as grandes distâncias siderais e que eram comandados por espíritos especializados em sua condução.

A Terra, naquele tempo, era ocupada por uma plêiade de espíritos primitivos, os quais serão sempre denominados terrestres nestes escritos, para diferenciá-los dos capelinos que vieram degredados para cá, a fim de evoluírem e fazerem com que outros evoluíssem.

Uma das funções dos capelinos, aqui na Terra, era a de aceleradores evolutivos, especialmente no terreno social e técnico. Embora fossem a escória de Ahtilantê, eram mais adiantados do que os terrestres no que dizia respeito a níveis de inteligência, aptidão social e, naturalmente, sagacidade.

Os terrestres, ainda muito embrutecidos, ingênuos e apegados a rituais tradicionais, pouco ou nada criavam de novo. Cada geração se apegava ao que a anterior lhe ensinara, atitude muito similar à em que vemos demorarem-se os nossos silvícolas, que estagiam comodamente no mesmo modo de vida há milhares de anos.

Havia entre os exilados um grupo de espíritos que, em Ahtilantê, se intitulavam de alambaques, ou seja, dragões. Esses espíritos, muitos deles brilhantes e de sagaz inteligência, eram vítimas de sua própria atitude negativa perante a existência, preferindo serem 'críticos a atores da vida'. Muitos deles se julgavam injustiçados quando em vida e, por causa desses fatos, aferravam-se em atitudes demoníacas perante os maiores. Esses alambaques tinham desenvolvido uma sociedade de desregramentos e abusos, sendo utilizados pela justiça divina como elementos conscientizadores dos seres que cometiam atos de caliginosa vilania.

Essa súcia era, todavia, filha do Altíssimo e, ainda que passível de deportação, deveria ser a artífice do exílio. Como dominava vastas legiões de espíritos embrutecidos na prática do mal, era mais fácil comandá-la do que aos guardiões do astral inferior, que não existiam em número suficiente para uma expedição expiatória dessa envergadura. Por causa disso, Varuna e seu guardião-mor Vartraghan foram até as mais densas trevas, numa viagem inesquecível, para convidar os poderosos alambaques a se unirem a eles e ajudarem as forças da evolução e da luz a triunfarem sobre eventuais espíritos recalcitrantes.

Varuna, através de sua atitude de desprendimento, de amor ao próximo e de integridade e justiça, foi acolhido, após algum tempo, pela maioria dos alambaques, como o grande mago, o Mykael, nome que passaria a adotar como forma de renovação que ele mesmo se impôs ao vir para a Terra.

A grande missão de Mykael era não apenas a de trazer as quase quarenta milhões de almas capelinas para o exílio, porém, principalmente, fundamentalmente, levá-las de volta ao caminho do Senhor, totalmente redimidas.

Consideremos o que nos ensina Kardec em o Livro dos Espíritos Q.53 :

O homem surgiu em muitos pontos do globo terrestre?

“Sim e em épocas várias, o que também constitui uma das causas da diversidade das raças. Depois, dispersando-se os homens por climas diversos e aliando-se os de uma aos de outras raças, novos tipos se formaram.” “Achou-se a Terra, assim, povoada de Espíritos de diversas categorias, mais ou menos aptos ou rebeldes ao progresso. Recebendo os corpos a impressão do caráter do Espírito e procriando-se esses corpos na conformidade dos respectivos tipos, resultaram daí diferentes raças, quer quanto ao físico, quer quanto ao moral. [...] Não foi portanto uniforme o progresso em toda a espécie humana.” Allan Kardec – A Gênese – Cap. XI – A Gênese Espiritual - itens 30 e 32

Em Allan Kardec – A Gênese – Cap.XI – Gênese espiritual - item 37.
De que forma ocorre o progresso da Raça Humana?

1. Seguindo o princípio espiritual, lenta e gradualmente, em suas conquistas morais e intelectuais através do vasto histórico da evolução anímica.
2. Pela renovação da população espiritual do orbe através das emigrações e imigrações coletivas. “Essa transfusão que se efetua entre a população encarnada de um planeta, igualmente se efetua entre os mundos, quer individualmente, nas condições normais, quer por massas, em circunstâncias especiais [...] de um mundo para outro, donde resulta a introdução, na população de um deles, de elementos inteiramente novos. Novas raças de Espíritos, vindo misturar-se às existentes, constituem novas raças de homens. [...] Consigo trazem eles sempre a inteligência e a intuição dos conhecimentos que possuem.”

A SEGUIR
PARTE II
SUMÉRIOS, EGIPICIOS E HEBREUS

quarta-feira, 12 de abril de 2017

COMO INTERPRETAMOS O MUNDO?

Tudo que capturamos como informação do ambiente através dos 5 sentidos são recebidos através de vibrações, frequências, energias, ondas bioenergéticas que nos direcionam para nosso destino quando agem coerentemente com nossa programação; entenda-se: CRENÇAS.

O sono, o cansaço ou apatia, nas emoções e sentimentos, fazem parte do processo de adaptação à consciência ou frequência vibratória com a qual sintonizamos. Essa mudança no estado de espírito que muitos de nós estamos sentido (frequência vibratória do CAMPO em que estamos vivendo) se traduz em sentimentos confusos - cada um de nós é único e cada um de nós recebe a informação da maneira que percebe e que sintoniza com suas crenças.

Estar consciente de algo é ter uma leitura do que o ambiente está lhe enviandocomo você está traduzindo essa vibração em seu corpo. As vibrações do Planeta a cada dia estão exacerbadas e mudando a frequência conforme nossas consciências unidas a elas. Se há medo Global – há uma ressonância desse medo em todos que estão em sintonia com essas frequências e energias. Se há alegria e confiança Global – há também uma ressonância competente a essas energias.

Esta é uma condição de pessoas emocionalmente imaturas. Se não sabemos (percebemos) o que estamos sentindo isso se reflete em comportamento. Não sabemos fazer diferença entre ANSIEDADE e APETITE. Você acha que está sempre com fome e ainda fica indignado quando alguém lhe diz para comer menos, porque você não tem consciência sobre suas emoções e se condiciona a compensar comendo.

Ter a noção das nossas emoções e sentimentos é ter controle sobre seu comportamento. Se não temos consciência dos comportamentos distintos, somos levados por eles! E o que acontece?

Há muitas pessoas que estão sucumbindo, se entregando a essas sensações e estão somatizando sensações e sentimentos para o Câncer, Alzheimer, gripes e resfriados que nunca vão embora, dores de cabeça, na coluna, problemas de pele etc. 

Nosso cérebro enxerga holograficamente através de informações matemáticas que são enviadas e captadas pelos cinco sentidos. Por exemplo: O olho humano é um órgão especializado para a detecção, localização e análise da luz que é uma vibração, frequência e energia”. Ou seja, é por onde o seu cérebro capta imagens, para você poder enxergar.  O olho humano é uma estrutura complexa, formada por diversas estruturas, como a pupila, a íris, a córnea e a retina, que trabalham juntas, para que o seu olho possa captar as imagens (aonde a imagem do ambiente é projetada), e aqui acontece um fenômeno bem interessante: a transformação da luz/imagem em sinais nervosos, ou seja em frequência, vibração, energia. É como se a imagem fosse traduzida para uma língua que o cérebro entende (frequência).

Sair dessa programação de condicionamento da ilusão que a matéria provoca é muito difícil.  Levamos milhões de anos para sermos do jeito que somos e não é em pouco anos que vamos mudar radicalmente. Essa programação está entranhada em nós! Precisamos desprograma-la para tal. 

Estar se preocupado com a mudança já é um bom sinal. Tente entender o processo, pois é isso que está lhe limitando, é neste padrão que você quer materializar a passagem para outra dimensão, quando ela não existe!!! Você é a passagem! Você não vai passar por portas enormes e ter um cara de branco com uma ficha fazendo seu cadastramento para o paraíso... A ascensão é uma percepção, é mudança MENTAL. Você é o que você pensa e sente! Não importa se aqui ou do outro lado.

Quando questionamos tudo e todos = Governo, Saúde, Dinheiro, Céu, Inferno, Certo, Errado... Estamos questionando os polos quando deveríamos nos CENTRAR no objetivo: na nossa mudança mental, para sentir a realidade subjacente ao mundo material, que preexiste e continua além da matéria, esta por sua vez simples energia (vibração, frequência) congelada.

Qual é o objetivo? 
Entender o TODO e sair desse sofrimento carnal. Nosso maior medo vem do condicionamento que a matéria é real, quanto na verdade o real é a vibração e frequência que determina o Universo, por isso é temos tanto medo da morte, porque ela nos traz a ilusão da NÃO EXISTÊNCIA = MORTE.

O fato de você ter noção dessa mudança já é a mudança! Uma outra dimensão é um outro ponto de vista. Podemos ir e vir e mudar e trocar o momento que quisermos. Quando temos várias informações sobre um mesmo ponto podemos decidir qual a melhor forma de interagir com ele. Você é que escolhe! O único responsável por sua vida é você mesmo.

Ter o poder de escolher é maravilhoso. Sem medos, sem conflitos, sem polarização. Assumindo a responsabilidade por suas ações. Isso é atravessar a dimensão. Entenda: a expressão “Dimensão” não deve ser usada como equivalência espacial, mas como vibração e frequência de uma realidade.

Vivemos na matéria. Fisicamente orientados pelas emoções que emergem do ambiente. Isso é uma forma de consciência, infelizmente de consciência imatura. Mas há uma dimensão de consciência que apesar de viver ainda na matéria vê e enxerga numa outra vibração e energia, com maior participação da intuição pelo pensamento. O mais importante agora não é o gasto físico das emoções e dos desejos, mas a compreensão deles em nosso comportamento e sua transformação em sentimentos verdadeiros, sem ilusões. Se crer, se faz as escolhas certas, você transforma a realidade interna e não mais aquilo que te levaria aos condicionamentos padrões. Para isso conscientize-se das suas emoções, desejos, sentimentos e pensamentos.

Mente é vibração que irradia uma energia. Pensamento é radiação da mente acompanhado de emoção e sentimento, portanto a nossa ação e conduta é manifestação do pensamento.
TUDO É ENERGIA, VIBRAÇÃO, FREQUÊNCIA, ONDAS E RADIAÇÃO

É muito comum visitar algum lugar ou conhecer uma pessoa com a qual não nos sentimos bem; já com outras pessoas e lugares nos sentimos felizes. Isso porque pessoas e lugares tem energia própria e independente de nosso querer a sintonia se instala. Há verdadeiros “vampiros” que sugam as nossas energias e outros que nos deixam bem, pela vibração que emitem. Tudo é energia, vibração e sintonia.

Estamos sendo direcionados para nossas responsabilidades como seres de luz que o somos desde a nossa criação. Fato é que se você ficar agarrado as suas velhas crenças como alguém preso a uma árvore para não voar com o vento forte... sua vida ficará difícil. O resultado poderá ser o da explosão interna = Loucura ou enfermidades graves.

A ciência já confirmou: certas frequências afetam a nossa estrutura genética, nosso DNA. Em nível celular, essas frequências e sons estão sendo convertidas em sua forma mais concentrada de energia, em uma vibração que se somatiza.

Muitos consideram que as frequências fazem parte da nossa reprogramação genética como também todo o universo. Mas para entender seus benefícios é preciso ter CONSCIÊNCIA – Conhecimento disso. 

Fique atento.

PRECE

PRECE

Senhor, desde que começamos a raciocinar, observamos que acima de tudo há um poder ilimitado que faz toda a criação e vida.
É por isso que nesta prece Te procuramos para comungar com a vossa misericórdia e amor, justiça e sabedoria.
Senhor, lembra-nos que a Ti tudo pertence e que somos apenas teus servidores no trabalho da nossa capacidade.
Além de Teus filhos, somos todos irmãos e servos do Teu amor de Pai. E colocamos o nosso coração a bem servi-Lo, certos de que Tu Senhor, conhece as nossas necessidades e nos conduz na posição de que merecemos.
Essa oração Senhor é o nosso recurso permanente com que nos apresentamos no segredo de nossas íntimas aspirações, desejos, esperanças, dúvidas e amargores. Nessas confidencias Te levamos ao coração para que nos restaure as nossas energias através da Tua Luz.
 Que esta prece seja o elemento natural de nossas vidas, alimento para nossas almas, assim como respiramos o ar que dá a vida do corpo.
Lembra-nos Senhor, de estar contigo sempre, porque nas alegrias e felicidades nos esquecemos de Ti, para Te buscar tão só nos dias de incertezas e angustias.
Muitas vezes desejamos soluções imediatas, esquecendo que tudo nos concede de útil e agradável e dos recursos que já nos destes, e apesar disso ainda saímos da prece inquietos e desalentados.
É assim que te pedimos as Tuas bênçãos a fim de que compreendamos a Tua vontade justa e sábia, recebendo por esta oração os bens do consolo e da paz.
Pai nosso que estais nos céus e em todos os lugares, através da Tua Divina Providência, santifica-nos em Teu nome.
Venha até nós o Teu reino, pois somos ainda tão imperfeitos e nada podemos fazer sem a Tua misericórdia.
Seja feita sempre a Tua Vontade; que se cumpra os Teus desígnios em todas as circunstancias pelo Teu amor e justiça.
Assim na Terra como é feita nos Céus; em todas as possibilidades de saúde, trabalho e experiências com a Tua Divina Proteção.
O pão nosso de cada dia, dá-nos hoje; não somente o pão que mata a fome do corpo, mas sobretudo o pão sobressubstancial do Espírito.
Perdoa as nossas dívidas, pois Tu conheces as nossas fragilidades e ensina-nos a perdoarmos os nossos devedores, compreendendo-os como nossos irmãos ainda enfermos, assim como nós.
Não nos deixe cair em tentações a que nos expomos através das nossas fraquezas. Livra-nos do mal que ainda acontece pela inferioridade dos homens na Terra.
Porque Teus são o reino, o poder e a glória para sempre e que se acham em todos os lugares.

Assim seja. 

domingo, 9 de abril de 2017

TRANSIÇÃO PLANETÁRIA II

TRANSIÇÃO PLANETÁRIA II

Somos bilhões de almas no planeta, seja no corpo físico ou fora dele, em busca de esperança e paz, para que suas vidas tenham sentido e rumo na direção do progresso e possamos nos libertar do sofrimento que nos encontramos há milênios.

No plano astral do planeta Terra, encontram-se colônias de um submundo formado por espíritos desencarnados. Nelas existem penúria e injustiça, dor e doença, fome e loucura. Por conta dessa carga vibratória ignorada pelo homem encarnado, pesa sobre a economia das nações em desenvolvimento um ônus que não é apresentado nos projetos de assistência social dos órgãos públicos, gerando reflexos substanciais na sociedade dos encarnados.

Muitas mudanças aconteceram na vida espiritual da Terra criando cenários de dor. Encarnados sustentados por espíritos ociosos do plano espiritual, padecendo da terrível doença da sensação de inutilidade, insuflando vícios de prazer e fuga, incentivando, no plano físico, a mutação de doenças desconhecidas e de difícil diagnóstico, onde a obsessão campeia desenfreada.

Um simples restaurante de portas abertas para a rua pode tornar-se pasto de usufruto coletivo de desencarnados atordoados. A mendicância física que é vista na porta de uma padaria, de uma loja de guloseimas ou de um ambiente comercial não é nada comparado com a espiritual.

Quem vê as cracolândias nem imagina os grupos de viciados que se formam no astral dos centros urbanos, onde a vida acontece com os mais variados interesses escusos e onde se movimentam as ações de ganho das empresas e organizações do plano físico.

O submundo já não se comporta nas regiões subcrostais da Terra e se transpôs para as avenidas e escolas, prisões e templos, barracos e mansões, instituições e centros de lazer. O inferno literalmente se deslocou para o solo terreno.

Quem vê a situação dos países subdesenvolvidos, como foi divulgado na mídia, onde crianças no Haiti, na ausência de qualquer outro alimento, comem biscoitos de barro, pode ter uma noção dos quadros cruéis de dor espiritual no mundo astral em decorrência dos fatos que ocorrem na vida física, onde a maioria dos homens reencarnados não identifica claramente, mas que os faz padecer todos os dias em seus pensamentos e sentimentos.

Todos já somos capazes de sentir o peso psíquico do planeta. Este outro lado da transição planetária é um movimento que marcha acelerado e intensamente repleto de efeitos no mundo físico.

Os dois planos da vida estão tão intimamente entrelaçados tamanha identidade de propósitos e de condutas. O fundamentalismo e a política, a educação e a religião, a cultura e arte, a guerra e a corrupção, a ganância e o desejo de domínio estão estreitamente conectados com as falanges trevosas no mundo dos espíritos há milênios.

A espiritualidade está nos umbrais da Terra conclamando operários ativos e destemidos do mundo físico para esse momento. Impossível a regeneração do planeta sem a limpeza do submundo astral, onde ainda se encontram as raízes de toda a maldade e de todos os problemas do planeta, em todos os tempos de sua história.

Para isso, faz-se necessário o desenvolvimento de relações honestas, autênticas e sólidas, que estimule a humildade e a fraternidade. Esse chamado para os tempos novos da regeneração planetária solicita organizações alinhadas com a despretensão, a simplicidade e o desejo sincero de ser útil.

Nos bastidores da transição, trafegam os mais dolorosos quadros de enfermidade moral pedindo nosso auxílio. Todos podem oferecer algo pelas vias do coração. Estendamos nossa rede de luz e socorro neste momento tão decisivo da nossa casa planetária; nossa família espiritual, formada por laços longínquos na noite dos tempos,

São chegados os tempos, dizem-nos de todas as partes, marcados por Deus, em que grandes acontecimentos se vão dar para regeneração da Humanidade.
Allan Kardec - A gênese, cap. XVIII - são chegados os tempos, item 1.

Indiferente a toda crença ou descrença, a realidade não requer anuência para existir e a maior parte dos fenomenos anunciados efetivamene aconteceu e acontece ainda hoje. Os acontecimentos no Planeta Terra assinalam este momento histórico da humanidade que prenuncia uma nova etapa de preocesso de tranformação do mundo, tanto no extrafísico como no físico. O homem dorme e não percebe esses eventos e ou menospreza seu alcance e chance que venham ocorrer.

Mas, eis que o véu que separa os dois lados se desfaz e a realidade de ergue em dramas que se sucedem nos bastidores da vida pública, politica e mundana, histórias sordidas e acontecimentos soberbos marcam este momento histório da humanidade, momento tal que precede o grande degredo de uma parte substancial da humanidade terrestre, assim como aconteceu com os capelinos, conforme narra Emmanuel:

“Há muitos milênios, um dos orbes de Capela, (Constelação do Cocheiro), que guarda muitas afinidades com o globo terrestre, atingira a culminância de um dos seus extraordinários ciclos evolutivos. [...] Alguns milhões de espíritos rebeldes lá existiam, dificultando a consolidação das penosas conquistas daqueles povos cheios de piedade e virtudes, mas uma ação de saneamento geral os alijaria daquela humanidade. [...] As grandes comunidades espirituais, Diretoras do Cosmo, deliberaram, então, localizar aquelas entidades, que se tornaram pertinazes no crime, aqui na Terra longínqua, onde aprenderiam a realizar, na dor e nos trabalhos penosos do seu ambiente, as grandes conquistas do coração e impulsionando, simultaneamente, o progresso dos seus irmãos inferiores. Foi assim que Jesus recebeu, à luz do seu reino de amor e de justiça, aquela turba de seres sofredores e infelizes. [...] Reencarnariam no seio das raças ignorantes e primitivas, a lembrarem o paraíso perdido nos firmamentos distantes.Emmanuel/Francisco C. Xavier – A Caminho da Luz – Cap. III.


Mas, esta é outra história que pretendemos contar em detalhes no nosso próximo artigo: História Espiritual da Terra.

domingo, 19 de março de 2017

O CÉREBRO, O TEMPO E O AMOR

Qual a relação do cérebro, o tempo e o amor?

O nosso cérebro é tão antigo e extraordinariamente capaz, que possui inúmeras capacidades, evoluiu no tempo e adquiriu experiências e conhecimentos.  Nosso cérebro é igual em todos os seres humanos, a nossa tristeza e a nossa alegria é o mesmo sentimento em qualquer outro local do planeta. A mãe que perde um filho na mais longínqua aldeia chora da mesma forma que uma mãe culta do país mais civilizado, que também perde seu filho.

O cérebro evoluiu desde tempos imemoriais, condicionado pelas culturas, pelas religiões, pelas pressões econômicas e sociais; tem tido até agora uma continuidade e descobriu durante esse período a sensação de sentir-se seguro. E assim, aceita a tradição, pois nela há segurança; imita porque lhe dá segurança; no conformismo está a segurança; inclusive na ilusão há segurança. Todos os deuses que criamos e toda crença são ilusões, porque nos dá a sensação de estarmos protegidos, de estar no útero de Deus; mas isso é apenas mais uma ilusão, pois são criações do nosso pensamento.

Essa continuidade considerada “progresso” nos torna mecânicos, nela não há espaço para o “novo”. Quando procuramos uma continuidade, buscamos baseados na memória, resposta do conhecimento obtido. Aí não floresce o “novo”. É por isso que criamos um mundo tão divido e tão confuso. Foi o pensamento mecânico que criou esse mundo e o sustenta: o eu, o mim, o não-mim, o outro. É o que nos foi legado há milênios.

É maravilhoso podermos enxergar isso e nos perguntarmos: poderá o cérebro livrar-se da sua carga mecânica de continuidade do passado e tornar-se inteiramente novo? Inteiramente presente?

O cérebro diz: fui magoado uma vez, portanto vou guardar esse fato e com isso evito de ser novamente magoado. Nesse fato a nossa autoimagem ficou arranhada e nos magoamos. Seria possível carecer desta autoimagem e não ter nenhum registro do fato? É possível não registrar psicologicamente, mas registrar o que for necessário e relevante para nossas vidas? É possível nos libertamos desse passado?

Nossa consciência é o seu conteúdo. O conteúdo forma a nossa consciência. Se esse conteúdo for nossa tradição, nossa angustia, nosso nome, nosso status, nossos apegos; esse conteúdo é nossa consciência e nossa aflição. Podemos interromper isso, fazer voluntariamente cessar esse estado confuso? É possível registrar apenas o essencial e relevante para nossas vidas?

Aqui entra a meditação. Quando estivermos estabelecido ordem em nossa vida, haverá liberdade! A própria ordem é liberdade! Já o maior psicólogo havia dito: encontrareis a verdade e a verdade vos libertará!

O que é ordem em nossas vidas?
Só compreendemos o que é ordem quando compreendemos o que significa viver em desordem! Quando colocamos o conhecimento em seu devido lugar. Quando compreendemos a sua significância e a ilusão de segurança que nos dá e ter a percepção de todo o movimento ilusório da continuidade.

Tudo é transitório na vida. Aqui nada é eterno! Essa transitoriedade da vida não lhe diz nada? Aqui tudo finda, tudo termina!

Quando surge a percepção integral do movimento da vida há uma completa conscientização e o cérebro passa a registrar somente o necessário e nada mais. Aparece o “novo”, uma nova maneira de viver, um cérebro vivo, perceptivo, vibrante, fresco. Uma nova mentalidade!

O amor faria parte dessa conscientização? Essa é uma pergunta relevante e deve ser feita e registrada. O amor possui a continuidade do passado? Amo hoje, mais que ontem? E amanhã estarei amando mais ainda?

Não! A compaixão e o amor não vem com o tempo, não tem movimento de continuidade e evolução. O amor floresce quando compreendemos o nosso desamor! O amor e a compaixão estão fora do tempo; aí há beleza, há virtude que não se opõem aos seus contrários.

Amor não é recordação, não é desejo que se prolonga no movimento do tempo, não é prazer e nem atração sexual! Não existe onde existe o ciúme e apego. Prazer, atração sexual, ciúme e apego só existe no tempo transitório. A inveja, o antagonismo, a ambição, o desejo de status, tornar-se ilustre ou poder.... tudo morre no tempo! Aí há caos, há desordem! Desejo e aflição.


O amor mora fora do tempo. Com o amor há ordem, há liberdade, há compaixão! E com isso podemos viver no tempo, mas não sermos dele. Aqui apenas estamos, mas não ficamos. Não somos do tempo e do mundo. Não pertencemos ao transitório, nele só estamos, mas, não pertencemos. Além dele só há o amor, a compaixão, a beleza e a virtude do novo.